Quem acompanhou os stories lá no Instagram do Espaço Livre @BlogEspacoLivre viu que nessa madrugada eu maratonei 4 filmes de terror. Vou falar rapidinho sobre cada um deles (sem spoilers) e depois vocês me contem se já assistiram, se vão assistir, se gostaram ou não, combinado?!😉
Creep
Filme de 2014, no estilo found footage, que conta a história de um cinegrafista que aceita realizar um serviço de um dia que viu em um anúncio. Em uma cidade remota nas montanhas, ele se encontra com o cliente, mas o cara é mais estranho do que o cinegrafista imaginava. Não espere muitos sustos, Creep foca na bizarrice e no terror psicológico. O filme tem um ritmo lento, mas a curiosidade leva o expectador até o final. Disponível na Netflix.
Creep 2
A sequência de 2017, Creep 2, continua no estilo found footage e acompanha Sara (Desiree Akhavan) uma youtuber que tem um canal onde filma pessoas sozinhas em busca de companhia. Como última tentativa de fazer o canal decolar, Sara decide apostar em anúncio sem imaginar no que estava se metendo. O filme segue o mesmo padrão do primeiro, mas com um ritmo mais acelerado e revelando um pouco mais sobre o antagonista. Disponível na Netflix.
Lake Mungo
Apesar desse filme de terror psicológico australiano ser de 2008, foi no mês passado, por conta do halloween, que eu vi todo mundo indicando e falando sobre ele. Trata-se de um falso documentário com um trunfo em meio aos inúmeros que já vimos por aí. Lake Mungo é muito convincente.
Vamos acompanhar a história da família Palmer lidando com o luto de sua filha que morreu afogada no lago Mungo. O problema é que manifestações sobrenaturais começam assustar a família e os moradores da cidade que insistem em dizer que viram o espírito da menina vagando pelas redondezas do lago.
Assim como os outros dois filmes, Lake Mungo também não é extremamente assustador, mas cumpre sua proposta muito bem e garante uma boa experiência para o expectador.
Cam
Cam foi sem dúvidas o filme que mais me prendeu entre os quatro. O longa tem uma vibe horror tecnológico ao melhor estilo Black Mirror. A história acompanha uma cam girl que tem sua conta roubada por uma sósia e precisa identificá-la para reaver sua identidade. O filme aborda questões atuais como a guerra pelos likes e a perda da própria identidade nesse processo. O final de Cam é do tipo que não agrada todo mundo por ser aberto a interpretações que podem ser lineares e simplistas ou profundas e alegóricas. Disponível na Netflix.
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