O episódio 2X04 de American Horror Story trouxe um novo tema a temporada que já tem um enredo cheio de assuntos polêmicos. Agora é a vez do nazismo dar as caras no Hospício Briarcliff.
É incrível perceber a que ponto o enredo chegou em apenas quatro episódios e por mais que a gente ame a primeira temporada de American Horror Story, devemos admitir que a temporada “Asylum” é muito mais rica, perturbadora e melhor que a primeira.
Intitulado “I,m Anne Frank – part one”, o episódio apresenta uma nova interna que diz ser *Anne Frank – o que parece impossível já que Anne Frank tinha morrido muitos anos atrás no holocausto. Para piorar tudo, Anne reconhece o Dr. Arden como um dos soldados nazistas que estavam no campo de concentração.

Muito além da nova paciente, o episódio explorou também o passado de alguns personagens como Grace e uma nova versão do que aconteceu no passado de Kit. O tratamento de tortura psicológica para “curar a homossexualidade” da jornalista Lana, que contou com a cena considerada pelo roteirista Ryan Murphy, como a mais perturbadora da série até agora.
“Eu acabei de editar a cena mais perturbadora que já fizemos naquela série, com Sarah Paulson e Zach [Quinto], e assim que terminamos eu liguei para ela e disse que mal podia esperar para que todos assistissem“, brincou. “E não é violento, é psicológico, mas é a coisa mais assustadora que já fizemos.”
A atriz Sarah Paulson se entregou a cena. O expectador teve a chance de ver como o conflito interno sendo estimulado pelos métodos terríveis aos quais os homossexuais eram submetidos para serem “curados”, causavam danos irreparáveis à mente dessas pessoas. Eram cruéis.

O episódio termina mostrando o que o Dr. Arden está fazendo com a Shelley. Provavelmente uma indicação de que as criaturas que vivem ao redor do hospício sejam experimentos do doutor e que esse também poderá ser o fim de Shelley.
O problema dessa segunda temporada está na quantidade de temas. Estão apresentando muitos elementos em uma temporada cotada à ter apenas 13 episódios. O que pode ser um problema se cada história não começar a fazer sentido a partir de agora, para no fim apresentar um final realmente conclusivo.
*Anne Frank foi uma adolescente alemã de origem judaica, que realmente existiu –na vida real – e morreu aos quinze anos de idade num campo de concentração. Ela se tornou mundialmente famosa com a publicação póstuma de seu diário, no qual escrevia as experiências do período em que sua família se escondeu da perseguição aos judeus.

PROMO DO EPISÓDIO 2X05″I Am Anne Frank, Pt. 2″
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Estou vendo esse ep agora mesmo! Estou chocado, passado, pretérito imperfeito com tamanha perturbação! Que enredo, que atuações… Dominique – a canção famosa – não me sai mais da cabeça. Ver essa série de madrugada pra ficar com medo depois… Felippe Alves, você é patético! Eu achava, por vezes, que a temporada anterior era melhor. Mero engano. A cada episódio desta temporada que eu assisto me convenço do contrário. Muito rico. Muito perturbador. Eu tenho uma certa tendência de gostar de gostar perturbadoras, algo que me dê medo, sabe? Anyway… amazing!
Hahaha. Eu também tenho isso, Felippe. Adoro sentir esse tipo de medo e também já me convenci de que essa temporada -apesar de inacaba – já é melhor que a primeira.
Bom vamos começar a somar então: Sadismo, ínumeras dúvidas (ele ou ela é realmente quem diz ser?) , nazismo, homosexualidade, exorcismo, morte, assassinato, demônio, pessoas bizarras, tentação, uso indevido da profissão, retaliação, injustiça, disturbio de personalidade, casos mal resolvidos, sustos, curiosidades, flash backs bem elaborados, situações inusitadas… afff se isso não é suficiente para prender sua atenção vai jogar damas com o vovô! Abçs
Huahahahaha boa, Nelson.
Obrigado pelo coments 😉