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REVIEW: AMERICAN HORROR STORY: ASYLUM “MADNESS ENDS”

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American Horror Story: Asylum chegou ao fim depois de uma temporada quase perfeita

O problema de uma série que é sensacional desde o piloto é que as expectativas tornam-se ainda maiores em relação ao episódio final.

Quem acompanhou American Horror Story: Asylum foi bombardeado com temas sensacionais ao longo da temporada.

Mas o conteúdo rico de American Horror Story: Asylum foi sua benção e sua maldição; pois ao passo que novos plots eram apresentados, os anteriores continuavam sem resolução. Até que o fim da série foi se aproximando e algumas conclusões começaram a aparecer. Porém, essas conclusões pareciam mais apressadas do que dignas.

Os espectadores esperaram pelo exorcismo da Sister Eunice. Esperaram também que o grande antagonista da temporada, Bloody Face (Dr. Thredson) sofresse um pouco. Foi um fim muito simples para grandes personagens.

Porém, nem mesmo a simplicidade dessas mortes tira o mérito do grande show que foi a segunda temporada de American Horror Story, que foi, em minha opinião, a melhor série de 2012.

Os queridinhos da temporada: Lana Winters que sofreu mais do que Maria do Bairro e Kit Walker com o plot menos desenvolvido de Asylum
Os queridinhos da temporada: Lana Winters que sofreu mais do que Maria do Bairro e Kit Walker com o plot menos desenvolvido de Asylum

Tratando uma série de assuntos polêmicos como homossexualidade, religião, nazismo e preconceito desde o início e sendo desenvolvidos em um ritmo frenético durante os episódios que se seguiram. Com exceção do plot de Kit Walker sobre os alienígenas que além de ser o menos desenvolvido tornou-se o principal responsável pela alta expectativa da season finale.

O que eles queriam com Kit? Por que escolheram o Kit? O que fizeram com ele? Por que escolheram a Pepper para ser a guardiã de Grace? O que eles queriam?

Esperávamos que essas perguntas, ou ao menos algumas delas fossem respondidas em um final épico. Mas o que o showrunner Ryan Murphy nos deu foi um final tranquilo e cheio de compaixão.

Atenção: Spoilers a partir deste ponto. Caso ainda não tenha assistido “Madness Ends”, sugiro que leia os outros posts sobre a série:Post primeira temporada ou Post segunda temporada

Lana Banana Winters encontrou um novo amor e ficou famosa com seus livros e documentário sobre Briarcliff. Monsenhor Timothy desfrutou por um bom tempo o posto de Cardeal, até não aguentar mais a pressão de Lana para falar sobre o que aconteceu em Briarcliff, cometendo um dos maiores pecados, considerados pela igreja católica: o suicídio.

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Monsenhor Timothy cometeu um dos piores pecados: O suicídio

Sister Jude foi resgatada por Kit tornando-se praticamente uma avó para os filhos do rapaz até ser beijada pelo Dark Angel. Kit viveu também viveu feliz com sua nova família por um tempo até ser diagnosticado com câncer no pâncreas e ser levado pelos extraterrestres. Já seus filhos alienígenas continuaram na terra  bem sucedidos e sem sofrer pela abdução.

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Sister Jude e sua “última dança” com o Dark Angel

O último vilão, Johnny, foi morto pela própria mãe. Lana executou o filho com um headshot e uma frase icônica. “A culpa não é sua, bebê. É minha”.

O fim de American Horror Story: Asylum foi realmente lindo e emocionante… digno de toda a temporada, apesar de não ter sido esclarecedor. Como disse a própria Lana (quando falou sobre o fechamento de Briarcliff): “Tivemos um excelente final, apenas não foi o que eu queria.”

American Horror Story: Asylum já deixou saudades
American Horror Story: Asylum já deixou saudades

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