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Amaluna e o mundo mágico do Cirque du Soleil

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A lua sempre me fascinou mais do que o sol. Não que ele também não seja lindo, mas não dá para encarar por muito tempo (rs). Diferente do sol, a lua eu admiro por horas e horas… madrugada adentro.

Tenho a sorte de morar em um lugar com sacada que me permite ter uma boa visão da lua (quando o céu de São Paulo colabora, é claro). Fico lá olhando e admirando sua magnitude em meio ao mar de estrelas. Ela está cercada de estrelas e ao mesmo tempo parece tão solitária. Quem nunca olhou para a lua e sentiu-a olhando de volta?!  É como se a gente estabelecesse uma conexão com esse astro que está tão longe e tão perto. Tão cheio de beleza e mistérios.

Quando soube que o Cirque du Soleil viria para o Brasil, mesmo sem saber qual era o espetáculo, não tive dúvidas de que seria incrível. Já tinha assistido, inúmeras vezes, vários shows deles pelo YouTube e desde que vi o primeiro deles, o “Alegria”, eu soube que um dia assistiria o Cirque du Soleil ao vivo.

Esse dia chegou! Mais de dez anos depois do meu primeiro contato com o Cirque du Soleil, eu tive a oportunidade de estar em um dos lugares mais mágicos que eu já imaginei. E não poderia ser melhor. O espetáculo “Amaluna” (fusão das palavras ama, que se refere a “mãe” em muitas línguas, e luna, que significa “lua”) conta a estória de Miranda, uma jovem que vive em uma ilha governada por deusas, guiada pelos ciclos da Lua, e que tem a sua primeira paixão colocada à prova.

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Foto: Divulgação

Não acreditava que estava lá. Ao ver os primeiros personagens circulando em meio à plateia de 2.600 pessoas, meu coração explodia de emoção. Mas foi enquanto as luzes se apagavam e uma voz feminina anunciava: “Ladies and gentlemen, welcome to Cirque du Soleil / bem-vindos ao Cirque du Soleil” que eu fui às lágrimas. E não era só eu, tá?! A emoção tomou conta do lugar.

Um tecido azul flutua no centro do palco abrindo caminho para um mundo de magia e beleza. Um mundo de sons incríveis e épicos onde seres místicos voam, flutuam e desafiam toda nossa noção de realidade.

E eu continuava emocionado.

Amaluna estreou em 2012 e têm inspiração em clássicos como A Flauta Mágica, de Mozart, e A Tempestade, de Shakespeare. O palco possui plataformas giratórias que permitem o público assistir aos números de todos os ângulos. A cenografia constrói uma floresta dominada por mulheres. Aliás, um fato interessante sobre esse espetáculo é que o enredo exalta a força e o poder feminino. Elas são maioria no elenco composto por 46 artistas.

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Foto: Divulgação

O Cirque du Soleil nos transporta para um mundo tão mágico que a gente nem se pergunta como tudo aquilo pode ser possível. A atmosfera criada está em todos os detalhes, como as projeções de estrelas e da lua no teto da tenda ou na bolinha vermelha que flutua durante a 1h30 de show. Você está em outra dimensão. Em outro mundo. Você está em Amaluna, onde a sua conexão com a lua torna TUDO POSSÍVEL!

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