A segunda temporada de The Boys amplifica tudo de melhor que foi apresentado na primeira temporada.
O jeitão debochado, extremamente crítico e violento da produção ganha ares mais profundos no novo ano, seja desenvolvendo personagens que a gente já conhecia ou introduzindo novos de forma certeira.
A segunda temporada, ainda mais intensa e mais insana, encontra The Boys fugindo da lei, caçados pelos Supes e tentando desesperadamente se reagrupar e lutar contra Vought. Escondidos, Hughie (Jack Quaid), Leite Materno (Laz Alonso), Frenchie (Tomer Capon) e Kimiko (Karen Fukuhara) tentam se ajustar a um novo normal, com Butcher (Karl Urban) em nenhum lugar.
Enquanto isso, Starlight (Erin Moriarty) deve navegar em seu lugar no The Seven, enquanto Homelander (Antony Starr) se concentra em assumir o controle total. Seu poder está ameaçado com a adição de Stormfront (Aya Cash), uma nova Supe com experiência em mídia social, que tem uma agenda própria. Além disso, a ameaça de um supervilão toma o centro do palco quando Vought tenta capitalizar a paranoia no país.
Sem a intenção de agradar os conservadores mais radicais, a série discute a hipocrisia da sociedade ao tratar temas como xenofobia, sendo esse o plot principal dessa temporada; homofobia; nazismo, instituições religiosas que usam o nome de Deus para concentrarem poder e riquezas; entre outras alfinetadas.
São 8 episódios muito bem aproveitados com um season finale sensacional.
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